Select Page

O novo edifício do MAAT já abriu

O novo edifício do MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, desenhado pela arquiteta inglesa Amanda Levete (e pelo seu atelier AL_A) já abriu as portas ao público, podendo ser visitado gratuitamente todos os dias (exceto às terças-feiras), entre as 12 e as 20h.

Neste edifício, na Galeria Oval, foi inaugurada a exposição Pynchon Park, da artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster, que constitui a primeira parte de Utopia/Distopia (com uma segunda parte agendada para março de 2017, que ocupará a totalidade deste edifício). Na Central Tejo inaugurou The World of Charles and Ray Eames, uma exposição retrospetiva sobre o casal de designers que marcaram o século XX, apresentada em parceria com o Barbican Centre de Londres.

Concertos, DJ sets, performances e instalações marcaram o arranque do novo espaço museológico, que estará totalmente concluído em março de 2017. Semiconductor, Nuno da Luz, Haroon Mirza, Ryoji Ikeda, Nástio Mosquito, Zebra Katz, Fatima Al Qadiri e Nídia Minaj, mas também Rodrigo Leão, Dead Combo e Carminho, com atuações na carismática Sala dos Geradores da Central Tejo, foram alguns dos nomes que asseguraram uma celebração à escala da relevância do acontecimento.

A inauguração oficial contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o Primeiro Ministro, António Costa, o Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, os ministros da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, e da Economia, Manuel Caldeira Cabral, entre outras entidades oficiais, e ainda o Presidente da Fundação EDP, António Mexia e a arquiteta Amanda Levete.

Pontos de Interesse

Il Divo

Os Il Divo são considerados um dos grupos de música clássica mais bem-sucedidos e transversais, a nível mundial, e vão passar por Lisboa com a tournée “Timeless”. Neste espetáculo, apresentam, além dos sucessos do seu mais recente trabalho – que dá nome à digressão –,...

A Morte de Tintagiles

Escrito em 1894 pelo Prémio Nobel da Literatura Maurice Maeterlinck, o texto é uma pequena peça inicialmente designada como “pequeno drama para marionetas”. Considerada como uma das mais singulares criações na vasta obra...