Select Page

A Hundred Wars to World Peace

É um jantar e é sobre democracia. Não sobre democracia como engenharia institucional para a organização de massas, mas democracia como algo que internalizamos, como indivíduos, ao nível da nossa vida diária. Uma refeição reúne as pessoas, é acolhedora e convivial. No entanto, a mesa é também a casa das nossas convicções mais profundas: existenciais, éticas, estéticas, económicas, sociais, rituais ou religiosas. Noutras palavras, um jantar é o cenário perfeito para o confronto político. A cozinha será o nosso teatro de operações. 
Durante A Hundred Wars to World Peace – Verein zur Aufhebung des Notwendigen todos os presentes no teatro irão formar uma comunidade temporária. Cada indivíduo terá o destino de toda a comunidade nas suas mãos. Mas como os espetadores entram em desacordo com regularidade, gostando de coisas diferentes e estando prontos para as defender, esta performance não é sobre consenso. Diz-se que somos o que comemos. Nesta performance, vamos comer o que somos e ninguém sabe realmente qual será o sabor. 

Pontos de Interesse

Nhaque ou piolhos e atores

Nhaque é um texto construído a partir da obra de José Sanchis Sinisterra que aborda a condição do ator através do tempo e que se desenvolve numa permanente relação com o público. A peça acompanha o...

MÚSICA PARA A MÃE

Como quem embala, juntam-se mães, pais e bebés, que se deixam levar pelas melodias. A música flui, entre cantos e danças, num espetáculo que apela ao sentir.   Neste concerto, as mães participam tanto como os filhos, numa...