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Periódicos musicais portugueses

É no final do século XVIII que são publicados os primeiros periódicos musicais, dedicados à divulgação de repertório para uso doméstico, como as modinhas ou reduções para piano de trechos de óperas. A partir do último quartel do séc. XIX, surgem os primeiros jornais e revistas especializados em assuntos musicais, com críticas, anúncios, artigos informativos e pedagógicos, acompanhados muitas vezes de suplementos musicais, e que serviam de veículo para a divulgação de obras, muitas vezes dos próprios editores. Durante este período e ao longo do século XX, foram várias as publicações que se dedicaram à música, algumas a géneros ou instrumentos específicos, servindo como veículo de informação para músicos e público, difundindo notícias e artigos relacionados com artistas e eventos musicais, e que são por isso uma fonte importante em investigações de carácter musicológico, permitindo construir informação sobre repertórios, práticas musicais e interpretativas, e recepção de obras, especialmente no contexto de manifestações públicas como o concerto. Reúnem-se, nesta mostra, alguns exemplos mais representativos dos periódicos dedicados à arte musical, do séc. XVIII ao XXI, dando principal destaque aos de maior raridade ou valor informativo.

Pontos de Interesse

Pós-Pop. Fora do lugar-comum

As obras expostas foram, na sua maioria, produzidas entre a 1965 e 1975, verificando-se, em algumas delas, uma unidade de divergência em relação ao lugar-comum proposto pela Pop Art. Bernard Cohen, Tom Phillips, Jeremy Moon, Allen Jones, são alguns dos artistas...

AR – 3º Festival de Cinema Argentino

Nesta edição o festival divide-se em duas secções: – AR nas Bibliotecas de Lisboa, integrado na programação da Passado e Presente – Lisboa Capital Ibero Americana de Cultura 2017, uma proposta que leva o cinema de autor à Biblioteca de Marvila e tem como...

27 Ossos

Peça criada com a memória fictícia de outra peça como se tivesse sido vista há muito tempo, 27 Ossos – o número de ossos em cada mão e cada pé – lida com o que fica na memória de um encadeamento de cenas fugidias.