Select Page

carla rebelo

No altar, em suspensão, múltiplos fios desenham memórias por cima do nosso olhar. Sobrepostas como marcas de água, as linhas dão forma a uma espécie de lastro do tempo que resiste a desaparecer. Carla Rebelo entrelaça estes desenhos têxteis criando uma escultura irregular, erguida a partir da forma incompleta da ruína ou dos fragmentos de um outro sítio.

A pedra, o pó, o osso, a luz são os fios com que a artista tece um palimpsesto de apontamentos históricos e de estórias comuns, e assim, numa tessitura quase etérea, a instalação evoca a forma de um cofre (outrora sob o altar), de uma planta ou dos desenhos do mapa para uma cidade diluída pela água. Sob a claridade da arquitetura barroca a artista dá a ver a transitoriedade deste lugar.

Qua a sáb: 10h-18h. 

Local: Museu do Dinheiro. 

Pontos de Interesse

Cock

John está farto da relação e pede um tempo ao seu namorado, quando acidentalmente conhece uma mulher como tantas outras que se cruzam com ele a caminho do trabalho. Duas palavras. Eu e Ela. O desejo fala mais alto. Três palavras. Eu, Ela e...

Lisboa Electronica – Musiculture (LEM)

Nos dias 12 e 13 de maio, nasce o Lisboa Electronica – Musiculture (LEM) centrado no trabalho desenvolvido pelas labels (editoras) e na força coletiva da criação. A forte ligação a editoras de música electrónica permitirá ao LEM unir o talento nacional e internacional...