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A BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES

Às sete para as sete do dia sete de Julho do ano da graça de 1777, nasceu uma bela menina a que chamaram Branca de Neve. A Rainha teve apenas tempo de a ver sorrir, pois ao contrário de todos os outros meninos ao nascer, Branca de neve não chorou.
A Rainha libertou então o seu último suspiro e para desgosto de todos no reino, morreu. O Rei chorou durante sete anos, sete lágrimas em todos os sete dias da semana, até que por fim as suas lágrimas secaram.
O Rei jurou cuidar da filha e fazê-la feliz. Mais sete anos passaram e o Rei voltou a casar. Mas esta nova Rainha, a madrasta, era má e lançou um feitiço sobre o reino. O inverno veio para ficar. A floresta verdejante escureceu de tristeza ficando negra como a magia desta outra Rainha. Mergulhou-se num silêncio profundo, os rios gelaram e entrámos na idade das trevas. Mas com ajuda de todos esta menina vai descobrir a felicidade!

Pontos de Interesse

Bacantes – Prelúdio para uma purga

Em Eurípides, está presente o delírio e o irracional. Manifesta-se a ferocidade e o desejo de paz, a selvajaria e a aspiração a uma vida simples. Encontram-se, no seu texto, direções contraditórias, elementos que chocam, corpos íntegros que se desmembram e crenças...

Festival ao Largo

Em Julho, marque presença no Largo São Carlos e assista a espectáculos de grande qualidade.O Festival ao Largo traz a arte erudita para a rua com espectáculos de entrada gratuita que incluem música sinfónica, bailado e teatro e contam com a participação da Orquestra...

Artigo 19

Partindo de uma investigação sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a peçaArtigo 19 procura refletir sobre a relação entre o dizível e o indizível.Quando percebemos a estranheza no encontro com o outro, mesmo que por instantes, algo se revela, que está...