Select Page

1936, o ano da morte de Ricardo Reis

A partir de um dos mais aplaudidos livros de José Saramago, A Barraca leva à cena uma peça sobre tempos passados para dias de hoje, nos quais impera “frágil memória, menoridade cívica e ética, fundamentalismos, militarismos, imperialismo financeiro gerando miséria e horror universais”, segundo as palavras do encenador Hélder Mateus da Costa.
Por isso importa recordar o ano de 1936, e evocar “este belo e profundo romance” que “convida a uma reflexão dramatúrgica muito entusiasmante”. E tudo “começa pela invenção do encontro entre Fernando Pessoa já falecido e o heterónimo Ricardo Reis, com casos reais de sexo e paixão, também de ambiente surdo, falso e pesado, e porque fala com humor da relação criador / “obra / figura/personagem”, acrescenta. 

Pontos de Interesse

Concerto de Ano Novo

O concerto é marcado por várias peças de Johann Strauss II e Josef Strauss, além de relevantes obras de Mozart, Beethoven e Schubert. Entre as mais famosas, vai ouvir-se a valsa “O Belo Danúbio Azul”, criação de Johann Strauss II, que é um caso de sucesso desde a sua...

Jérôme Bel | Rétrospective

Através de um duplo gesto de compilação e montagem de imagens filmadas, Jérôme Bel lança um olhar subjetivo sobre as suas obras, a partir de extratos de seis dos seus espetáculos mais relevantes.Exibição no contexto da secção Heart Beat do DoclisboaGrande...