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1936, o ano da morte de Ricardo Reis

A partir de um dos mais aplaudidos livros de José Saramago, A Barraca leva à cena uma peça sobre tempos passados para dias de hoje, nos quais impera “frágil memória, menoridade cívica e ética, fundamentalismos, militarismos, imperialismo financeiro gerando miséria e horror universais”, segundo as palavras do encenador Hélder Mateus da Costa.
Por isso importa recordar o ano de 1936, e evocar “este belo e profundo romance” que “convida a uma reflexão dramatúrgica muito entusiasmante”. E tudo “começa pela invenção do encontro entre Fernando Pessoa já falecido e o heterónimo Ricardo Reis, com casos reais de sexo e paixão, também de ambiente surdo, falso e pesado, e porque fala com humor da relação criador / “obra / figura/personagem”, acrescenta. 

Pontos de Interesse

ANAVITÓRIA

Assim, “Ai, Amor”, “Porque Eu Te Amo” e “Calendário” são alguns dos temas que vão marcar a noite, num espetáculo que traz sonoridades mais pop e revela um amadurecimento artístico de ambas. Depois de juntarem as vozes e os nomes, em apenas dois anos, Ana e Vitória...

Alberto Greco. Obra fora do catálogo

FilmeAlberto Greco. Obra fora do catálogoProjeção do documentário de Paula Pellejero QuandoSex, 13 outubro 201718:30 OndeColeção Moderna – Sala PolivalenteR. Dr. Nicolau Bettencourt, Lisboa217 823 474Google Maps » BilhetesEntrada livreEm meados da década de 1950,...