Select Page

Quinze bailarinos e tempo incerto

A Companhia Nacional de Bailado abre a nova temporada com uma estreia absoluta e começa já a comemorar os seus 40 anos.
Rui Lopes Graça assina a coreografia, mas a grande novidade deste bailado é a participação de João Penalva, artista plástico português cuja obra se divide entre as grandes instalações, o vídeo, o som, a performance, a pintura e a fotografia. Contudo o seu percurso artístico teve início na dança, chegando a integrar a companhia de Pina Bausch entre 1973-74. Agora regressa com a intensão de reproduzir, no século XXI, um “ballet branco”, cuja ausência de narrativa suscite múltiplas leituras, enquanto devolve à dança o lugar primordial.  

Pontos de Interesse

3ª. encontros com críticos de arte

Organização e Coordenação: Fernando Rosa Dias, Ana Sousa, Cristina Tavares, Viviane Soares SilvaFBAUL-CIEBA, Mestrado de Crítica Curadoria e Teorias da Arte, revista digital: «Convocarte – Revista de Ciências da Arte»Críticos convidados:05/05/2017 — Óscar...

SAL 2017 | Surf At Lisbon Film Fest

O SAL | Surf at Lisbon Film Fest regressa para com a sexta edição e um cartaz que reflete uma visão diferente e alternativa daquilo que para muitos é o surf.O programa inclui, entre outros, o novo trabalho de Taylor Steele, Proximity; uma obra prima de Nathan...

João Simões

A exposição que João Simões (Luanda, 1971) apresenta marca o seu regresso ao circuito expositivo português depois de quase duas décadas de périplo internacional. Ao contrário do que se poderia esperar, contudo, não se trata aqui de um regresso apoteótico. Esta não é a...