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Quinze bailarinos e tempo incerto

A Companhia Nacional de Bailado abre a nova temporada com uma estreia absoluta e começa já a comemorar os seus 40 anos.
Rui Lopes Graça assina a coreografia, mas a grande novidade deste bailado é a participação de João Penalva, artista plástico português cuja obra se divide entre as grandes instalações, o vídeo, o som, a performance, a pintura e a fotografia. Contudo o seu percurso artístico teve início na dança, chegando a integrar a companhia de Pina Bausch entre 1973-74. Agora regressa com a intensão de reproduzir, no século XXI, um “ballet branco”, cuja ausência de narrativa suscite múltiplas leituras, enquanto devolve à dança o lugar primordial.  

Pontos de Interesse

JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS

A Fundação Calouste Gulbenkian recebe, a partir de 3 de fevereiro, aquela que é, em 25 anos, a primeira grande exposição dedicada a Almada Negreiros.A mostra, organizada em sete núcleos temáticos, reúne mais de 400 obras do artista, algumas delas inéditas, e propõe um...