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Quinze bailarinos e tempo incerto

A Companhia Nacional de Bailado abre a nova temporada com uma estreia absoluta e começa já a comemorar os seus 40 anos.
Rui Lopes Graça assina a coreografia, mas a grande novidade deste bailado é a participação de João Penalva, artista plástico português cuja obra se divide entre as grandes instalações, o vídeo, o som, a performance, a pintura e a fotografia. Contudo o seu percurso artístico teve início na dança, chegando a integrar a companhia de Pina Bausch entre 1973-74. Agora regressa com a intensão de reproduzir, no século XXI, um “ballet branco”, cuja ausência de narrativa suscite múltiplas leituras, enquanto devolve à dança o lugar primordial.  

Pontos de Interesse

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Na temporada em que perfaz 45 anos de atividade, a Comuna decidiu convidar dois dos mais destacados escritores africanos de língua portuguesa da atualidade a escreverem uma peça de teatro. O desafio, prontamente aceite pelo angolano José Eduardo Agualusa e pelo...