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O estado de emergência e resistência persiste na ontologia do ser coletivo. O ser social, político e cultural contrapõe às suas forças uma ideia positivista do progresso. Os muros que só alguns proclamam não serão os véus que escondem as forças dos seus merecidos desmoronamentos. Já não será válido o estado de alerta; já não será válida uma “contrahegemonia”. Não haverá centros, nem periferias, tão pouco alienados, nem “desalienados”, nem visões cósmicas que guiarão lemas nos nossos dias. Já não será necessário o acordo. Será só dominar.
Tamara Cubas

Estreia mundial.

Pontos de Interesse

Lisbon Under Stars

As ruínas do Convento do Carmo vão transformar-se numa máquina do tempo e as suas paredes em telas tridimensionais a 360º, onde serão projetados mais de 600 anos de história da cidade de Lisboa. Assim, o Lisbon Under Stars proporciona uma viagem histórica imersiva que...

Um Músico um Mecenas 2016 –

No próximo dia 10 de dezembro, às 18h00, realizar-se-á mais um concerto do ciclo de instrumentos históricos, desta vez Daniel Bolito e Duarte Pereira Martins interpetam Sonatas de Beethoven, Brahms e Prokofiev, no Violino Sanhudo (1867) e no  piano Bechstein...

O ISLÃO NA LITERATURA PORTUGUESA

O objetivo deste curso é proporcionar aos alunos as ferramentas histórico-literárias e histórico-culturais básicas para se enquadrar e estudar a temática arábico-islâmica na história da literatura...