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O estado de emergência e resistência persiste na ontologia do ser coletivo. O ser social, político e cultural contrapõe às suas forças uma ideia positivista do progresso. Os muros que só alguns proclamam não serão os véus que escondem as forças dos seus merecidos desmoronamentos. Já não será válido o estado de alerta; já não será válida uma “contrahegemonia”. Não haverá centros, nem periferias, tão pouco alienados, nem “desalienados”, nem visões cósmicas que guiarão lemas nos nossos dias. Já não será necessário o acordo. Será só dominar.
Tamara Cubas

Estreia mundial.

Pontos de Interesse

O Trovador

No ano em que o Teatro da Trindade festeja o 150.º aniversário, a ópera renasce neste palco, no corpo de marionetas. Com o espetáculo da Companhia de Marionetas Carlo Colla & Figli, com quase três séculos de atividade e património nacional em Itália, celebra-se a...

Topografias Imaginárias: cinema ao ar livre

O ciclo de visionamento comentado Topografias Imaginárias – organizado pelo Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca – regressa para a quarta edição, este ano integrada na programação da Capital Ibero-Americana de Cultura 2017. Os filmes que fazem...