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8.º Festival de Telheiras

O Festival de Telheiras já é um marco na comunidade. Comemora dez anos desde a sua criação, embora seja esta a sua 8.ª edição Numa iniciativa que continua a ser única em Lisboa, o Festival volta a marcar a diferença pelo equilíbrio e pluralidade das atividades que oferece. 
A música estará em destaque este ano, com a apresentação de projetos que vão desde as bandas do bairro, até a nomes mais consagrados no panorama nacional. Em destaque, a fusão de vários sons e culturas do mundo dos Melech Mechaya, o carácter indie de Minta & The Brook Trout, a exploração sonora de Produtos Biológicos Grátis e de Nuno Sanches, o hip hop do bairro de Estraca, o jazz do Hot Clube, o rock clássico dos Waste & The Candyman, até à música tradicional dos Torga. O percurso musical do Festival promete tocar em vários estilos e agradar a muitos ouvidos. Durante a semana, as atividades programadas disseminam-se pelos diferentes espaços públicos e espaços culturais do bairro que acolhem workshops de gastronomia e saúde, debates temáticos, hora do conto para crianças e pais, teatro, iniciativas de rastreios de saúde e atividades desportivas e muito mais. No cinema, destaca-se a exibição do filme Dheepan sobre a integração de refugiados que foi Palma de Ouro em 2015. No fim-de-semana, dias 19, 20 e 21 de maio, a festa concentra-se no jardim de Telheiras, junto à saída do Metro. Os dias são dedicados ao convívio e lazer com a Feira da Tralha (venda de artesanto e coisas em 2ª mão) e do comércio local, atividades holísticas e de desporto, e um espaço dedicado às crianças com insufláveis e muitas surpresas. Pela noite usufrui-se dos petiscos acompanhados de concertos que começam pelas 19h.

Pontos de Interesse

27 Ossos

Peça criada com a memória fictícia de outra peça como se tivesse sido vista há muito tempo, 27 Ossos – o número de ossos em cada mão e cada pé – lida com o que fica na memória de um encadeamento de cenas fugidias.

O PATINHO FEIO

Na quinta do Tio Manel há tanta coisa para fazer. É preciso regar as cenouras, as favas crescem que é uma maravilha e os morangos estão prontos para colher. E hoje há novidades!   Acabaram de nascer os patinhos da pata amarela....

Ocupar

O estado de emergência e resistência persiste na ontologia do ser coletivo. O ser social, político e cultural contrapõe às suas forças uma ideia positivista do progresso. Os muros que só alguns proclamam não serão os véus que escondem as forças dos seus merecidos...