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ATM – Atelier de Tempos Mortos

Divertidos, imprevisíveis, atentos, mordazes e especialmente físicos. A Companhia do Chapitô, (que anda por este mundo fora a pisar palcos e a vencer prémios desde 1996) está de volta, depois de ter vivido um 2016 de sonho por brincar (e de que maneira!) aos clássicos –Electra foi eleito o melhor espetáculo de teatro na Feira Internacional de Teatro e Dança de Huesca (Espanha) e Édipo foi distinguido com o Prémio Florencio, da Associação de Críticos do Uruguai.

Nesta nova criação, e tendo em conta que não são espectáveis tempos mortos, o coletivo parte do clima e do trânsito para acelerar na história, assumida como tendo, “irremediavelmente, um final”, de quatro vidas. 

Pontos de Interesse

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É um jantar e é sobre democracia. Não sobre democracia como engenharia institucional para a organização de massas, mas democracia como algo que internalizamos, como indivíduos, ao nível da nossa vida diária. Uma refeição reúne as pessoas, é acolhedora e convivial. No...