Select Page

De Regresso à Luz: Esculturas orientais em depósito da Coleção de Victor Bandeira

Está patente até 11 de fevereiro, no Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa  a exposição: De Regresso à Luz: Esculturas orientais em depósito da Coleção de Victor Bandeira.
A exposição “De Regresso à Luz” dá a conhecer, pela primeira vez, um conjunto de sete esculturas de carácter religioso provenientes de Myanmar, Tailândia, Japão e Sri Lanka, que, tendo sido adquiridas por Victor Bandeira com vista a integrar as coleções asiáticas do Museu Nacional de Etnologia, aqui têm permanecido depositadas desde 1975, na expectativa de uma incorporação ainda não concretizada.
Regressadas à luz após quatro décadas, e sujeitas agora a modos de contemplação jamais imaginados quando da sua produção, estas imagens convidam a que nos demoremos na excelência da sua materialidade, como ponto de partida para os sistemas de crenças religiosas para que nos remetem, maioritariamente o Budismo.
Mas estas esculturas – que se incluem entre os mais de cinco mil objetos que Victor Bandeira recolheu em África, na Amazónia, na Ásia e também em Portugal com destino às coleções do Museu, entre as décadas de 1960 e 1970 – convidam-nos também a descobrir a importância do lugar crucial que este colecionador ocupa na história do Museu.
Assim, a exposição, constitui, por um lado, um gesto de agradecimento e de reconhecimento público a Victor Bandeira pela sua inegável dedicação e generosidade para com o Museu ao longo de décadas, sendo igualmente expectativa do Museu que a sua realização possa despertar a atenção para a importância da aquisição destas esculturas e o seu ingresso de pleno direito nas mais relevantes coleções etnográficas a nível nacional.
 

Pontos de Interesse

Archi Summit 2019 | 5ª edição

Acontecimento de contornos únicos em Portugal. Grandes nomes da arquitetura internacional marcam presença em conferências inspiradoras, como Álvaro Siza Vieira, Niall Hobhouse, curador da London School of Architecture, Stephen Taylor, Madelon Vriesendorp, co-fundadora...

ulrich hilmer

O Amor é o sentimento mais condicionante de toda a existência humana e desta forma assim o particulariza Joaquim Pessoa ao dizer que “O amor é o início. O amor é o meio. O amor é o fim”…pelo que por estas mesmas características de interioridade, visceralidade e...