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do outro lado do espelho

Os espelhos são objetos muito interessantes devido à sua capacidade de nos transportar a outras dimensões, conduzindo-nos por vezes a horizontes de espiritualidade, ilusão ou até de pesadelo. Os artistas recorrem aos espelhos com diferentes propósitos, ora para revelar ora para disfarçar aspetos das cenas que representam, já que eles oferecem infinitas possibilidades visuais, incluindo a mais óbvia: o reflexo fiel da realidade. Mas, embora a primeira finalidade do espelho seja efetivamente a representação fiel das aparências, refletindo uma visão coerente do mundo, nem sempre os artistas o utilizaram como tal, preferindo favorecer a ambiguidade e a fragmentação, de acordo com os efeitos pretendidos, que muitas vezes são de ordem filosófica, em detrimento da representação mimética da realidade.

Pontos de Interesse

Um Novo Padrão

No momento em que se assinalam 250 anos sobre a criação da Real Fábrica de Louça do Rato, o Museu de Lisboa promove uma exposição temporária que aborda a importância daquela unidade fabril para o estatuto de...

Kum Kapi. Tapetes viajantes

Os tapetes Kum Kapi devem o seu nome a um bairro em Istambul onde se fixaram, no século XIX, vários mestres tapeceiros arménios que executaram ricos tapetes de nó em seda, com fios metálicos, inspirados nos tapetes persas clássicos dos séculos XVI e XVII. Curadoria:...

“O Futebol” de Sérgio Oksman

Com O Futebol, de Sergio Oksman, encerra o programa 4.doc | O Doclisboa no Cinema Ideal. O filme terá sessões diárias, seguidas de conversas com o realizador e convidados, que irão apresentar diferentes leituras e perspectivas do...