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electronic superhighway (1966-2016)

Produzida pela Galeria Whitechapel, Londres, em 2016, esta exposição mais de cem peças que mostram o impacto das novas tecnologias e da internet nos artistas de meados da década de 1960 até ao presente. Apresenta obras multimédia novas e raramente vistas, juntamente com filmes, pintura, escultura, fotografia e desenho de mais de 70 artistas, incluindo Cory Arcangel, Judith Barry, James Bridle, Constant Dullaart, Lynn Hershman Leeson, Vera Molnar, Nam June Paik, Thomas Ruff, Hito Steyerl, Amalia Ulman, entre outros.

O título da exposição tem origem num termo inventado em 1974 pelo artista sul-coreano pioneiro da videoarte, Nam June Paik, que percebeu o potencial das ligações globais através da tecnologia. Ordenada por ordem cronológica invertida, Electronic Superhighway começa com obras criadas na passagem do milénio, e termina com Experiências em Arte e Tecnologia (E.A.T.), um evento marcante de 1966. Abarcando um período de 50 anos, de 2016 a 1966, vão surgindo momentos-chave na história da arte e da Internet à medida que a exposição viaja em direção ao passado.

Local: MAAT. 

Pontos de Interesse

Atlantis de André Sier

Estará patente na Sala Sonae do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, entre os dias 8 de setembro e 4 de dezembro a instalação Atlantis de André Sier.Curadoria: Adelaide Ginga

PEQUENOS JARDINEIROS DA MADRUGADA

Babai, o cordeirinho, vivia nas montanhas desertas do Irão. (…) Até que um dia tomou uma grande decisão: faria um jardim, um frondoso jardim.Mandana Sadat, in “O Jardim de Babai”Oficina de poesia cromática/plástica/sensorial e flores silvestres de Portugal e do...