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Escultura em Filme

Esta exposição explora o fascínio que a escultura clássica tem vindo a exercer sobre um grande número de realizadores e artistas contemporâneos. Este surpreendente interesse reflete uma aparente contradição: por que razão os artistas, em particular os que trabalham com imagens em movimento, se interessam hoje pela absoluta imobilidade corporizada numa escultura clássica? Como interpretar esta intrigante sedução?

Em torno desta questão sete artistas internacionais foram convidados a expor os seus trabalhos: Anja Kirschner (1977) e David Panos (1971), Fiona Tan (1966), Mark Lewis (1958), Rosa Barba (1972), Lonnie van Brummelen (1969) e Siebren de Haan (1966). Através destes filmes e da leitura minuciosa que as suas câmaras fazem de objetos antigos, famosos ou esquecidos, é-nos permitido um novo olhar sobre esculturas do passado.

Com a apresentação das obras destes artistas, produzidas em diferentes pontos da Europa, somos guiados através de diversos museus, desde o Museu do Louvre até aos Museus Capitolinos, de Paris a Roma, seguindo até Atenas, com passagens por Berlim, Munique e Londres.

Pontos de Interesse

Jazz em Agosto 2017 | 34ª edição

Este ano, a 34ª edição do Jazz em Agosto apresenta um conjunto de propostas relevantes do jazz contemporâneo internacional, apresentadas por músicos de ambos os lados do Atlântico, um campo vasto de contaminações transformadoras, evidenciado desde logo nos concertos...

9:6

Esta exposição reúne trabalhos de 9 artistas em 6 salas. A ideia da exposição surge da possibilidade de ocupar estas salas, temporariamente disponíveis, apresentando trabalhos de artistas de diferentes gerações e com diferentes percursos. São 9 os artistas a marcar o...