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Exposição A Imagem Paradoxal: Francisco Afonso Chaves (1857-1926)

A Imagem Paradoxal: Francisco Afonso Chaves (1857-1926),  estará patente até 26 de fevereiro, no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
É a primeira exposição da trilogia sobre a obra fotográfica até agora desconhecida do naturalista açoriano Francisco Afonso Chaves. É também o corolário da investigação realizada nos últimos cinco anos sobre o extenso espólio estereoscópico deste autor.
As restantes exposições inaugurarão em Janeiro no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC) e em Março no Museu Carlos Machado (MCM), em Ponta Delgada.
Visitas guiadas
14 de janeiro de 2017, às 16h30, pelos curadores da exposição8 de fevereiro de 2017, às 18h30
Francisco Afonso Chaves (1857-1926) eminente naturalista açoriano do final do século XIX e início do XX, amigo de alguns dos mais importantes cientistas da sua época (do Rei D. Carlos e, especialmente, do Príncipe Alberto I de Mónaco) teve um papel fulcral no desenvolvimento científico em Portugal.Viajante incansável, Afonso Chaves fotografou de forma constante e compulsiva, mas o seu nome e a sua obra permanecem desconhecidos. As suas imagens estereoscópicas constituem um álbum inédito sobre aspetos científicos, mas também revelam o fotógrafo inquieto e cativado pelos acontecimentos, pela natureza, pelo puro deleite das formas do mundo, pelos instantâneos sociais, pela fotografia de viagens ou pela natureza mágica da imagem mecânica. Constituem um raro e criativo diálogo entre arte e ciência, e um fascínio pelo paradoxo e dualidade da imagem fotográfica entre a verdade e a sua representação, entre a representação e a sua perceção visual, entre o registo mecânico e a sua interpretação sensível.

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