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FLÁVIO DELGADO

Existe um ponto de partida, um véu negro sobre o suporte onde nasce a imagem criando camadas de negros com densidades diferentes. Negro=preto, Luminosidade=branco. A intervenção no suporte, seja tela ou papel, é feita a partir da imagem que o manto negro me devolve. Nesse momento há sempre uma necessidade de corrigir, voltar atrás, há uma necessidade de saturação do fazer e refazer, e só depois a imagem está acabada.

Pontos de Interesse

Fernando Lemos

Esta mostra reúne o impressionante conjunto de retratos que Fernando Lemos realizou no seuatelier entre os anos de 1949 e 1952, a grande maioria de muitos protagonistas da esfera intelectual portuguesa. Aliás, pela extensão do seu trabalho, pode...

Eu não evoluo, viajo. José Escada retrospetiva

A Coleção Moderna apresenta a primeira exposição retrospetiva dedicada ao pintor José Escada (Lisboa, 1934-1980), dando a conhecer um artista que desenvolveu uma obra singular, num vai e vem constante entre abstração e figuração, e que atravessa a pintura, o desenho,...

Sidónio Pais: Portugal no tempo da Grande Guerra

Assim, no centenário da sua morte, o Panteão Nacional, onde se encontram os seus restos mortais, apresenta exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses. Estão ainda patentes objetos...