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Mário Henrique

A pintura é roubo. Um furto à realidade. Uma reinterpretação racional da luz. Uma recorrência ao passado com influência da imaginação. Existe demasiada informação na figura humana para ser resumida num retrato. O trabalho do pintor é editar esta informação, discriminar. A parte simboliza o todo, que nunca é conclusivo. A pintura não tem alma, mas promove sinergias entre o pintor e o observador. Um diálogo silencioso que torna a arte possível.
Mário Henrique

Pontos de Interesse

O SOLDADINHO DE CHUMBO

Com imaginação, esta produção promete ampliar as peripécias do pequeno conto de Anderson e as andanças do soldadinho de chumbo num musical fantástico-cómico. Um espetáculo em que se pretende aliar a alta qualidade da narrativa original a uma curiosa versão livre de...

A Hora do Lobo” | Cinema

Em 1967, no período Maoísta, Chen Zen, um jovem estudante de Pequim, é enviado para a Mongólia com a missão de educar uma população rural isolada. Mas na verdade é Chen quem tem bastante a aprender sobre a vida, sobre a noção de comunidade e sobre a criatura mais...