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O Ator que pensava que o Teatro era a Vida

Um ator sozinho numa sala de teatro descreve as cenas de uma peça dividida em cinco atos. A palavra é feita ação de um espectáculo imaginado pelo ator, sozinho, diante de um público como face a si mesmo. Nesta peça, memórias de factos vividos dentro e fora da cena misturam-se e concorrem para criar uma dramaturgia de solidão, imaginação, memória. Esperança e desilusão como um só sentimento – relances de episódios ocorridos com o ator na sua vida quotidiana, na rua, na realidade – com que a vida do actor não tem conciliação possível, assim como impossível também é uma conciliação com o teatro.

Pontos de Interesse

4 SÁBADOS, 4 TEMAS

Um programa de oficinas com diferentes temáticas para quem visita o Museu das Comunicações aos sábados. Conheça os temas e descubra as oficinas que prometem animar miúdos e graúdos! Uma programação temática variada para famílias que se divide entre os seguintes temas:...

Michael Biberstein

São cerca de 90 obras, criadas desde 1972. O percurso do artista teve início na arte conceptual, destacando-se a filosofia da linguagem e o positivismo lógico, passou pela decomposição dos processos da pintura, bem como pela topologia do espaço expositivo, até à...