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Paloma Bosquê

Para esta exposição, Paloma Bosquê apresenta um conjunto de 21 novos trabalhos, muito diferentes uns dos outros formalmente, mas cujo denominador comum é a organicidade e a fluidez. O seu processo artístico inicia-se em cada material concreto, e numa investigação sobre o seu comportamento perante o espaço e em relação à própria existência. Neste caso é como se o jardim do Museu de Lisboa e o interior do Pavilhão Branco deixem de ter início e fim, interior e exterior, para ser tornarem um único campo.

Pontos de Interesse

Manuel Maranha

Manuel Maranha, aluno da Escola António Arroio , através do projecto Ecolalia no Espaço Lx Jovem, evidencia um pensamento plástico através do desenho como gesto fundador na relação com o mundo. O autor controi o seu caminho, feito de gestos, de rasgos, de mancha de...

Barlavento – Cantigas portuguesas ao relento

Barlavento é um espetáculo com canções tradicionais portuguesas, lengalengas e trava-línguas que criam uma dramaturgia musical, sonora e visual. O palco é uma carroça-barco-habitação de onde saem estruturas, objetos sonoros e onde são projetadas imagens. É neste...