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Paloma Bosquê

Para esta exposição, Paloma Bosquê apresenta um conjunto de 21 novos trabalhos, muito diferentes uns dos outros formalmente, mas cujo denominador comum é a organicidade e a fluidez. O seu processo artístico inicia-se em cada material concreto, e numa investigação sobre o seu comportamento perante o espaço e em relação à própria existência. Neste caso é como se o jardim do Museu de Lisboa e o interior do Pavilhão Branco deixem de ter início e fim, interior e exterior, para ser tornarem um único campo.

Pontos de Interesse

112 – O jantar está mesmo quase

112, como o nome indica, aponta para uma urgência. Neste caso, para a urgência de três atores, mais especificamente, três recém-licenciados, que gostavam de acreditar que há um Mundo de oportunidades à sua espera, mas, que, no entanto, estão sistematicamente a ser...