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Rui Macedo | (In)dispensável ou A pintura que inquieta a colecção do museu

Recordando-nos que um artista é um caçador-recoletor, um respigador de sentidos, de formas, problemas e propostas, esta exposição relembra-nos que um museu é um local de constante e inquietante descoberta. Não apenas porque as exposições vão mudando, mas também porque, mesmo que levemos toda uma vida a olhar para uma obra de arte, ela nunca deixará de nos surpreender. Nesta instalação, que analisa de perto uma escolha de obras da coleção do museu, Rui Macedo interpela alguns autores (Miguel Ângelo Lupi, Columbano Bordalo Pinheiro, Artur Loureiro ou Jorge Pinheiro), e brinca com a própria construção de uma exposição e com o seu edifício, jogando com o que se mostra e o que se esconde em cada obra, em cada coleção e em cada exposição, e em cada espaço. Rui Macedo recorta detalhes, seleciona, aponta, relaciona. E, ao fazê-lo, mostra-nos o que já vimos a uma luz nova.

Pontos de Interesse

9 Anos Depois (Parte II)

Os Auéeeu-Teatro apresentam a segunda parte de uma triologia construída a partir da Ilíada. Em 9 Anos depois (Parte II), centram-se na relação entre homens e deuses e o seu fascínio pela tragédia.Partindo da relação dos homens com os deuses, deuses que observam do...

Geraldo de Barros: Fotoformas e Sobras

A exposição traz-nos parte da coleção do Arquivo Geraldo de Barros, sediado em Genebra, na Suiça, e dá-nos a conhecer a obra de um dos mais radicais e fundamentais artista da modernidade brasileira. No Brasil, há uma...