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Sopro

“Uma homenagem ao teatro e àqueles que o fazem”, leu-se no Le Figaro, aquando da estreia deSopronoFestival d’ Avignon, em julho passado. O mais recente trabalho de Tiago Rodrigues passa-se num futuro mais ou menos próximo, num teatro em ruínas habitado por fantasmas que falam através do “sopro” de uma voz feminina. Essa voz é a da Cristina Vidal, ponto no Teatro Nacional D. Maria II desde a década de 70 do século passado. Ao contrário da invisibilidade e do movimento na sombra a que compete o desempenho da função de ponto, aqui Cristina Vidal está à vista do olhar do espetador, tal como os atores, para evocar memórias do teatro, as reais e as imaginárias. FB

Pontos de Interesse

CICLO belém subterrânea: arqueologia e cidade

Nos últimos 25 anos, no decorrer de obras públicas ou privadas na zona de Belém, tem havido um intenso trabalho de arqueologia. Até o próprio Centro Cultural de Belém foi construído sobre um local de interesse arqueológico, estudado entre 1989 e 1991. O Centro de...

A vertigem dos animais antes do abate

De uma pátria de poetas notáveis, da Antiguidade Clássica à contemporaneidade, de Homero a Kaváfis, eis um autor cujo a obra (no seu todo) não se deixa asfixiar em géneros e rótulos, que transporta tanto da Grécia como do mundo, e que, apesar da recusa do naturalismo...