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Tempus Fugit: Vida, morte e memória na igreja de S. Julião

A história deste lugar, a antiga Igreja de S. Julião, é evocada pelos testemunhos dos seus antecessores próximos, a população da primeira metade do século XIX, sepultada na necrópole que hoje dá lugar ao Museu do Dinheiro. Nesta exposição, procura-se saber quem são estes indivíduos, como viveram, como morreram, e o que levaram na sua última viagem, acrescentando um capítulo ao já longo percurso do edifício: o da génese enquanto espaço sagrado. De 10 de novembro a 27 de janeiro de 2018, de quarta a sábado, das 10:00 às 18:00, Museu do Dinheiro (metro: Baixa-Chiado/ Terreiro do Paço). Entrada livre.

Pontos de Interesse

João Queiroz

Na segunda exposição de João Queiroz (Lisboa, 1957) na Galeria Vera Cortês apresenta-se um conjunto de trabalhos recentes, feitos entre 2016 e 2017. A exposição é composta por quinze óleos sobre tela, todos eles...

CONSTRUÇÃO DE ROBERTOS

Em Portugal, os Robertos são os fantoches de luva e é isso mesmo que se vai construir nesta oficina. No âmbito da exposição “Quem se lembra dos Robertos?”, o Museu das Marionetas organizou um ateliê de construção de robertos. Para uns, os Robertos são uma...