Select Page

The Nada

Este projeto tem a sua génese na assunção de claras empatias musicais entre os seus membros, tendo sido a vinda de Simon Jermyn a Portugal um fator decisivo para a sua consolidação.

Sendo o jazz o universo comum entre os elementos da banda, a premissa de “the Nada” é, desde o início, a da procura de novos cenários e influências de onde a improvisação também possa brotar, bem como a aplicação de conceitos composicionais provenientes de outras correntes musicais. A exploração sonora com recurso a efeitos eletrónicos e a sua coexistência com sons acústicos alavanca, muitas vezes, o potencial pictórico e amplia a diversidade paisagística da formação.

Sente-se a presença de elementos característicos da música electrónica, da música tradicional, do rock, da música improvisada e da composição erudita contemporânea e do jazz.

The Nada pretende ser uma plataforma onde possa coexistir um beat de influência electrónica com uma melodia de índole tradicional. A improvisação e a expressão artística de caráter vincado são os elementos agregadores fortes do projeto.

Pontos de Interesse

GRU – O MALDISPOSTO 3

Os Mínimos estão de volta e… Estão o máximo! O regresso de Gru e dos adorados Mínimos é marcado pela descoberta da existência de Dru, o irmão gémeo do ex-vilão. Após falhar a captura de Balthazar Bratt e do seu parceiro robótico, Clive, Gru é despedido da Liga...

O Martim – Entrada Livre

Desde o velhinho em banho Maria, disco de estreia lançado em 2013, a principal fonte de inspiração d’O Martim eram os passeios pelo Cais do Sodré que acabavam no Lux. Mas a narração do exagero e da decadência...