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VANGUARDAS E NEOVANGUARDAS NA ARTE PORTUGUESA SÉCULOS XX E XXI

Reunindo o melhor acervo de arte oitocentista do País, o Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado conserva também uma coleção de arte portuguesa dos séculos XX e XXI que permite uma visão abrangente e qualificada sobre os processos da Modernidade e da Pós-Modernidade em Portugal.

A presente exposição não é uma listagem exaustiva, mas sim uma antologia objetiva e cientificamente orientada daqueles processos, mediante a apresentação pública de trabalhos de alguns dos mais qualificados artistas portugueses.

A qualidade e o acervo disponível de obras destes autores na coleção do MNAC permitiram, juntamente com a apresentação de obras individuais, a concretização de núcleos autorais mais alargados, pela sua consistência conceptual – casos de Lanhas, Joaquim Rodrigo, ou de Lourdes Castro.

O critério que lhe presidiu foi o acerto com o tempo artístico internacional, da Modernidade à Contemporaneidade – por vezes antecipando-o – e o reconhecimento crítico e público destes autores. São, todos eles, nomes fundamentais da moderna Historiografia de Arte Portuguesa e, qualquer deles é passível de figurar numa Historiografia alargada da Arte Moderna e Contemporânea Ocidental. 

Pontos de Interesse

Gatilho da Felicidade

Um jogo mortal em busca da felicidade. O jogo como fonte de discurso. A festa e o jogo como elementos potenciadores de alegria, desgraça, intimidade e fuga à solidão. Um jogo de realidades entre a tristeza e a alegria.

José Neves

A cidade e as suas obras transformam-se ao calor das estações do ano. No Verão, a Praça CCB costuma acolher uma construção efémera que representa essa dimensão transitória dos lugares e das coisas.A convite da Garagem Sul, o arquiteto José Neves concebeu uma obra em...