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Vivências quotidianas do Convento de Cristo após a extinção da Ordem através da Cultura Material e documental

Está patente até 31 de outubro, no Museu de Cerâmica de Sacavém a exposição Vivências quotidianas do Convento de Cristo após a extinção da Ordem através da Cultura Material e documental, numa parceria entre a Câmara Municipal de Loures e a Direção Geral do Património Cultural.
Partiu-se de um acervo arqueológico recolhido na nitreira do Convento de Cristo, datado de meados do séc. XIX e até meados do séc. XX que documenta as vivências do quotidiano da família Costa Cabral que habitou parte do edifício durante cerca de 100 anos e do Seminário das Missões Ultramarinas que também ocupou o Convento cerca de 70 anos.
O acervo é constituído por materiais em cerâmica, osso, vidro e metais.
A cerâmica recolhida é a que aparece com maior representatividade e é exposto um conjunto de faianças e porcelanas provenientes de fábricas nacionais e estrangeiras, entre as quais se destaca a Fábrica de Loiça de Sacavém para as faianças e a Vista Alegre para as porcelanas.
Na organização desta exposição pretendeu-se fazer o discurso entre o fragmento arqueológico, como testemunho de vivências quotidianas e o objeto industrial ligado ao advento das indústrias cerâmicas nacionais.

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