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Turismo da Madeira desdramatiza impacto da falência da Thomas Cook

A secretária regional do Turismo e Cultura convocou esta tarde a comunicação social para desdramatizar a situação de falência da operadora turística Thomas Cook que, na prática, tem impacto reduzido no destino Madeira, com a perda momentânea, que espera sejam compensados por outros operadores, de quatro mil pacotes de viagens e estadias para a Madeira.

É que, explicou, a falência da Thomas Cook britânica apenas tem impacto ao nível dos pacotes turísticos e não de voos directos, que continuam a ser realizados por outras companhias aéreas. O único voo, que é feito directamente pela Thomas Cook, vinha de Copenhaga, que ainda hoje cancelou a operação.

Já a subsidiária alemã, que opera directamente oito voos semanais a partir da Alemanha, sete dos quais às quintas-feiras, através da companhia Condor, não há neste momento qualquer indicação que haja efeito de contágio. Este mercado e com esta companhia representam 75 mil lugares anuais em voos para a Madeira, que têm um peso de 25% do mercado alemão, um dos dois principais mercados emissores de turistas.

Paula Cabaço garante que o Turismo da Madeira continuará a acompanhar de perto estas evoluções, num sector que nestes últimos três anos perdeu 6 companhias que operavam para a Região.

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