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Toda a Cidade Ardia

Depois dePelo Prazer de a Voltar a Ver de Michel Tremblay (2012),Vénus de Vison de David Ives (2013) eBoas Pessoas de David Lindsay-Abaire (2015), Marta Dias regressa à encenação com um texto de sua autoria. Subintituladouma peça poética sobre o amor e a espera(nça), o espetáculo propõe uma viagem no tempo através da vida de uma mulher, acompanhando simultaneamente os últimos 70 anos da história do país.

Marta Dias parte de uma faceta menos conhecida da escritora e jornalista Alice Vieira, a poesia, para compor esta história “feita de muitas histórias, que atravessa a História”, transportando-nos “através da cidade cinzenta, da cidade em chamas, de revoluções e cantigas de embalar, pelo barulho das rotativas, pelo cheiro a tinta e pelas palavras escolhidas com cuidado.” FB

Pontos de Interesse

Kum Kapi. Tapetes viajantes

Os tapetes Kum Kapi devem o seu nome a um bairro em Istambul onde se fixaram, no século XIX, vários mestres tapeceiros arménios que executaram ricos tapetes de nó em seda, com fios metálicos, inspirados nos tapetes persas clássicos dos séculos XVI e XVII. Curadoria:...

A árvore da Saturnália

A origem da celebração do Natal cristão supõe-se oriunda dos Romanos. Estes celebravam uma festa dedicada ao deus Saturno, no solstício de inverno. Sabe-se, inclusive, da existência de uma árvore que era decorada de forma muito peculiar. Tem curiosidade sobre o...